
Dr. Guilherme Karam Corrêa Leite
Coordenação
CRM 119364 · RQE 33077-1
- Mestre em Ginecologia pela FCMSCSP
- Professor Assistente da FSM da UNIMES
- Coordenador da Cirurgia Ginecológica do HAC
- Diretor Técnico do NSE
- Founder da Endolife Health-Tech
&Ginecologia Minimamente Invasiva
Sem taxa de inscrição e sem mensalidade.
Rodízio mensal por hospitais de Santos/SP, com contato com cirurgia robótica (da Vinci Xi).
Como é ser fellow NSEvídeo · 80 sA equipe, os hospitais e a escada de autonomia, do primeiro dia à última cirurgia do segundo ano: 2 anos em 80 segundos.
O fellow entra na rotina real do NSE: cirurgias eletivas e de urgência, ambulatórios especializados e visitas de enfermaria, com pacientes do SUS e da saúde suplementar. A autonomia cresce por etapas, com você responsável pelo caso e o preceptor guiando toda a jornada assistencial.
Escalas que mudam a cada mês entre hospitais, salas e ambulatórios.
O fellow é cadastrado no corpo clínico dos hospitais e vira sócio minoritário do NSE, podendo atuar como especialista em ginecologia e obstetrícia (RQE).
O treino em simulador (caixa-preta) é a base do desenvolvimento técnico. Dispomos de modelos portáteis usados nas sessões de treinamento da Técnica do Gladiador.
Discussão dos casos cirúrgicos da semana no centro cirúrgico do HAC, com análise e interpretação dos exames de imagem.
Contato com cirurgia robótica, noções de docking e participação como auxiliar. Um 3º ano em robótica está em estruturação.
Avaliações periódicas, participação em estudos e publicações e trabalho de conclusão ao fim do programa.
Carga horária de 30 horas semanais. Plantões externos são permitidos fora da escala, e o NSE pode indicar serviços compatíveis.
de aprovação nas provas de Área de Atuação em Endoscopia Ginecológica (FEBRASGO/AMB), da SOBRACIL e do TEGO
Escala A do 1º ano no rodízio 2026-27. A escala muda a cada mês: A e C no 1º ano; A, B e C no 2º.
Entrada no centro cirúrgico até 7h, conforme protocolo de segurança cirúrgica e o horário de sala do hospital.
Um ecossistema de saúde integrado para uma vivência prática completa, do ambulatório à cirurgia de alta complexidade: oncologia pélvica, endometriose profunda, planejamento familiar e uroginecologia.
Envie uma mensagem para o WhatsApp do NSE ou por e-mail.
Envio do currículo. Sem taxa de inscrição.
A equipe avalia os currículos e convida 5 candidatos.
Os convidados passam dois dias na rotina com a equipe.
Escolha final das 3 vagas.
Começo da turma 2027–2029.
As regras do programa existem pela segurança da paciente e pela experiência com um método de ensino consagrado. Estas são as principais.
Entrada no centro cirúrgico às 7h, conforme protocolo de segurança cirúrgica. Atrasos comprometem o checklist e a paciente.
A comunicação em campo operatório segue a cadeia de comando estabelecida: quando o cirurgião orienta, a equipe escuta.
Toda decisão assistencial cabe ao médico responsável pelo caso. Sua autonomia cresce conforme seu desempenho e as metas do plano pedagógico.
Chegar à cirurgia conhecendo a paciente, os exames, o plano terapêutico e as táticas cirúrgicas possíveis.
Dados e imagens de pacientes não saem do ambiente assistencial (LGPD), e o uso dos aplicativos do NSE faz parte da assistência.
Cirurgiões que operam com você toda semana.

Coordenação
CRM 119364 · RQE 33077-1

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CRM 79802 · RQE 42.140

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CRM 120388 · RQE 80712
Desde a primeira turma, em 2016, ex-fellows contam como foi e onde atuam hoje.

Ser pioneira nesse projeto é motivo de imenso orgulho.
Entre 2016 e 2017, tive o privilégio de fazer parte de um capítulo muito especial dessa história: fui a primeira médica a integrar o programa de formação em Endoscopia Ginecológica do Hospital Ana Costa, liderado pelo Dr. Guilherme Karam e pelo Dr. Fábio Ramajo.
Ser pioneira nesse projeto é motivo de imenso orgulho, mas o que realmente marcou minha trajetória foram as pessoas que encontrei pelo caminho.
Tive a oportunidade de aprender com profissionais extraordinários, que unem conhecimento, técnica, sensibilidade e um talento que sempre admirei profundamente. Verdadeiros mestres, donos de mãos mágicas, capazes de transformar a vida de tantas mulheres por meio da medicina.
Com eles, aprendi muito mais do que técnicas cirúrgicas. Aprendi sobre dedicação, excelência, respeito às pacientes e, acima de tudo, sobre o privilégio de exercer uma medicina que transforma vidas.
Carrego comigo cada ensinamento, cada experiência e uma profunda admiração por essa equipe. Tenho muito orgulho de ter feito parte do início dessa história e uma gratidão ainda maior por tudo que essa história acrescentou à minha.

Me deixaram colocar a mão na massa de verdade.
Meu fellow em endoscopia ginecológica no Núcleo Santista de Endometriose, em 2017 e 2018, foi um dos períodos mais especiais da minha vida.
Encontrei ali pessoas maravilhosas, que me acolheram de coração, com respeito e carinho. Ensinaram-me cada técnica, cada truque e cada cuidado necessário para tratar nossas pacientes, e me deixaram colocar a mão na massa de verdade. Cresci como médica e como pessoa, e levo até hoje a segurança que construí ali.
Dr. Fábio Ramajo, Dr. Guilherme Karam e todos os colaboradores que fizeram parte da minha formação: tudo o que sou profissionalmente eu devo e dedico a vocês. Minha eterna gratidão. Obrigada!

Mais do que uma equipe, posso dizer que somos uma família.
Meu primeiro contato com a videolaparoscopia ginecológica aconteceu durante o terceiro ano da residência médica, no Hospital Guilherme Álvaro, em um caso de tumor botrioide, ao lado do Dr. Fábio e do Dr. Roberto. Foi naquele momento que despertou em mim o desejo de aprender e aprimorar minhas habilidades nessa técnica cirúrgica.
Em 2019, ingressei no fellowship do Núcleo Santista de Endometriose (NSE), onde vivi uma experiência que foi muito além do aprendizado técnico e científico.
Foram dois anos desafiadores, muito bem acompanhada pela minha dupla Laura. Enfrentamos casos cirúrgicos complexos, atravessamos a pandemia e iniciamos o serviço cirúrgico de endometriose do Hospital dos Estivadores. Cada experiência contribuiu não apenas para o meu crescimento profissional, mas também para minha formação pessoal.
Mais do que uma equipe, posso dizer que somos uma família. Construímos laços que ultrapassam as paredes do centro cirúrgico e permanecem presentes dentro e fora do hospital.
Sou muito grata pela oportunidade de fazer parte desse grupo, que está sempre em busca de conhecimento, evolução e aprimoramento das técnicas cirúrgicas. É um privilégio continuar compartilhando experiências e aprendizados com pessoas que tanto admiro.

Aprendi o valor da técnica e a importância da repetição no aprendizado.
O Fellow em Endoscopia Ginecológica de Santos foi um verdadeiro divisor de águas na minha trajetória. Mais do que adquirir uma nova habilidade cirúrgica, aprendi o valor da técnica, a importância da repetição no aprendizado e a compreensão de cada passo para uma cirurgia mais segura. Esse processo me tornou mais atenta aos detalhes e reduziu, cada vez mais, a ocorrência de imprevistos nas cirurgias e atendimentos que realizo.
Além do ganho técnico, esse período de dois anos desenvolveu em mim uma capacidade de atenção e organização que levo para além da cirurgia minimamente invasiva, refletindo em outras frentes do meu trabalho e também na minha vida pessoal.
Agradeço a toda a equipe de ensino pela paciência e nobreza em compartilhar o conhecimento de anos em cirurgia. Levo comigo o exemplo de cada um dos senhores.

Foi em Santos que comecei a compreender verdadeiramente o que significa ser uma cirurgiã.
Os dois anos de Fellowship no Núcleo Santista de Endometriose foram, sem dúvida, os mais desafiadores e transformadores da minha formação médica.
Foram anos intensos, de muito trabalho, dedicação, inúmeras cirurgias e aprendizado. A videolaparoscopia é um universo à parte, que a residência médica não consegue nos ensinar em toda a sua complexidade. Foi em Santos que comecei a compreender verdadeiramente o que significa ser uma cirurgiã.
Tive o privilégio de aprender com o Dr. Guilherme e o Dr. Fábio, que me ensinaram muito mais do que técnicas cirúrgicas. Eles me ensinaram a pensar como cirurgiã, a me comportar dentro do centro cirúrgico, a enfrentar desafios e, acima de tudo, a ter responsabilidade e respeito por cada paciente.
Hoje, de volta ao Acre, tenho a oportunidade de levar esse conhecimento para minha região, realizando cirurgias complexas de endometriose e ampliando o acesso ao tratamento especializado pelo SUS.
Grande parte da profissional que sou hoje devo a eles e a toda a equipe do NSE. E o mais especial é saber que, mesmo depois de tantos anos, continuo contando com o apoio, a amizade e os ensinamentos deles. Minha gratidão será sempre imensa!

Foram muitas pacientes (muitas mesmo), proporcionando muito treinamento clínico cirúrgico.
Quando imaginei em prestar meu fellowship, não imaginava estar voltando pra Santos tão cedo, onde me formei médica. Cursar endoscopia ginecológica sempre foi uma vontade minha, mal sabia que eu estava indo pra um dos melhores serviços de laparoscopia e referência em endometriose do estado.
Ganhei não somente capacidade cirúrgica, mas técnica, conhecimento, congressos, empatia para com minhas pacientes, humildade e, o mais importante, ganhei uma família! Foram muitas pacientes (muitas mesmo), proporcionando muito treinamento clínico cirúrgico, mas sem tempo pra corpo mole também.
Um serviço onde, além de corrigir, meus chefes e colegas me acolhiam, me ensinavam, me levavam pra comer e passear, rir e chorar. Tenho orgulho da minha formação e por ter pessoas que contribuíram tanto pra minha vida como médica e como Mariana, e com quem posso contar, mesmo a 450 km de distância, pro que der e vier.

Sempre me senti amparada, segura e incentivada a aprender, evoluir e enfrentar novos desafios.
Realizar o Fellow no NSE foi uma experiência extremamente enriquecedora, tanto pessoal quanto profissionalmente. Ao longo dessa jornada, tive a oportunidade de aprofundar meus conhecimentos, aprimorar minhas habilidades técnicas e ampliar minha experiência, contribuindo significativamente para minha formação como cirurgiã ginecológica.
Mais do que o aprendizado técnico e científico, levo comigo as trocas de experiências, o convívio com profissionais excelentes e a oportunidade de aprender diariamente em um ambiente de muito conhecimento e dedicação.
Um dos aspectos mais marcantes dessa trajetória foi o acolhimento que recebi durante todo o período. Sempre me senti amparada, segura e incentivada a aprender, evoluir e enfrentar novos desafios. Esse suporte fez toda a diferença e tornou essa experiência ainda mais especial.
Sou muito grata a toda a equipe do NSE por compartilhar conhecimentos, confiar no meu potencial e contribuir para meu crescimento.

O Fellowship não mudou apenas a forma como eu opero, mas também a médica que sou hoje.
O Fellowship foi um divisor de águas na minha vida, tanto profissional quanto pessoal. Muito além do aprendizado técnico, foi uma experiência que me ensinou disciplina, constância, dedicação e a importância de buscar sempre a minha melhor versão.
Foi por meio dele que entrei no mundo da laparoscopia ginecológica, descobri novas possibilidades dentro da cirurgia e passei a enxergar a ginecologia minimamente invasiva como um caminho de realização profissional.
Olho para trás com muita gratidão aos chefes, pelos desafios que enfrentei e por tudo o que construí a partir dessa experiência. O Fellowship não mudou apenas a forma como eu opero, mas também a médica que sou hoje.
Sou muito grata por ter vivido essa experiência e por tudo o que ela continua transformando na minha trajetória.

Encontro minha realização profissional no centro cirúrgico, ajudando mulheres a recuperarem sua qualidade de vida.
Sou natural de Santos, formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (FCMS), com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo, e especialização em Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva pelo Hospital Ana Costa, junto à equipe do Núcleo Santista de Endometriose.
Sou apaixonada pela Ginecologia, Obstetrícia e Cirurgia Ginecológica. Encontro minha realização profissional tanto no centro cirúrgico, ajudando mulheres a recuperarem sua qualidade de vida, quanto no acompanhamento da gestação e do nascimento, participando de momentos únicos na construção de novas famílias.
Acredito em uma medicina baseada em conhecimento, acolhimento, empatia e respeito às escolhas de cada mulher.

O grande álbum dos melhores momentos do fellowship. A cada visita, uma seleção diferente das fotos.
Nenhuma imagem identifica pacientes.
Não. O programa não cobra taxa de inscrição nem mensalidade.
Não. O fellowship não é remunerado e não oferece bolsa.
Sim, fora da escala do programa. O NSE pode indicar serviços compatíveis com a rotina.
Três vagas para a turma de março de 2027 a fevereiro de 2029.
Pré-seleção de currículos, convite a 5 candidatos para 2 dias de imersão com a equipe e escolha final das 3 vagas.
Ginecologistas e obstetras com residência em programa credenciado pelo MEC.
Você terá contato com cirurgia robótica, noções de docking e participação como auxiliar. Um 3º ano dedicado à robótica está em estruturação.
30 horas semanais, com entrada no centro cirúrgico às 7h nos dias de cirurgia. Há janelas verdes (horários livres) na grade do fellow, conforme a escala e o rodízio mensal.
Sim. As regras do certificado são apresentadas no processo seletivo.